O BATISMO
Essa ordenança é expressa na grande comissão quando Jesus diz:”batizando-os [os discípulos de todas as nações] em nome do Pai, e do filho, e do Espírito Santo”. No livro de Atos, lemos que os que se convertiam eram batizados (2.41; 8.12,36-38; 9.18; 10.47,48; 16.14,15,33; 18.8; 9.5) Lendo Atos 18.8, vemos que os coríntios “ouvindo, criam e eram batizados”. Portanto, ouvir (conhecer o evangelho) e crer em Jesus Cristo antecedem ao batismo. Essa ordem é seguida em todos os casos de batismo. Não há batismo para operar a fé e a salvação em ninguém. [...] Par anos, os batistas, o batismo “simboliza a morte e o sepultamento do velho homem e a ressurreição para uma nova vida em identificação coma morte, sepultamente e ressurreição do Senhor Jesus Cristo e também prenúncio da ressurreição dos remidos”. Logo, batismo simboliza a morte e o sepultamento do velho homem (dramatizado simbolicamente pela imersão) e a ressurreição para uma nova vida (dramatizado pela emersão) (Rom 6.3-5). Ele não tem eficácia por si mesmo [...]. Se não houver conversão e fé em Jesus Cristo, o batismo é um mero mergulho na água. Não tem nenhum poder salvador nem purificador. Por isso, nossa posição e: “o batismo consiste na imersão do crente em água, após sua pública profissão de fé em Jesus Cristo como Salvador único, suficiente e pessoal”. O batismo, quem vem sempre após a conversão e pública profissão de fé, é o ato que expressa muito bem que em um só Espírito todos nós fomos batizados em um só corpo (1 Cor. 12.13). Ou seja, o batismo efetivado na água simboliza também o batismo pelo Espírito Santo no corpo de Cristo, que é a igreja (no sentido universal). (Roberto do Amaral Silva, “Princípios e doutrinas batistas – Os marcos de nossa fé”. JUERP, 2003)